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GIS BRASIL 2002
O GIS BRASIL 2002 - 8º Show de Geotecnologias, que aconteceu em Curitiba, de 22 a 26 de abril, transformou a cidade na capital latino-americana do GIS e demonstrou o amadurecimento do setor, no Brasil, segundo a diretora executiva do evento, Eneida Ribeiro.
Nesta edição as oficinas focadas em gestão de cidades foram muito procuradas, por ser este um dos usos clássicos do GIS como solução para tomada de decisão. Também tiveram grande peso os cases relacionados à disponibilização de informações georreferenciadas na Web. A facilidade de acesso a dados, a possibilidade do cruzamento de informações e principalmente a agilidade na consulta pelo usuário de forma mais amigável fizeram das atividades de Geo na Web uma das mais importantes do evento.
Durante cinco dias, cerca de 4000 pessoas, incluindo congressistas, palestrantes, participantes de cursos, expositores e visitantes exclusivos da feira, vivenciaram 140 cases nas mais variadas áreas de aplicação e 4 oficinas nas áreas de Utilities, Gestão de Cidades, Meio Ambiente e Geo na Web, 30 painéis da Mostra do Talento Cientifico, 16 cursos, sendo cinco práticos em laboratório computacional. Somadas, foram ofertadas 400 horas de atividades durante a semana.
Vieram ao Centro de Exposições da FIEP/CIETEP, empresários e usuários de todo o país para discutir, trocar experiências e principalmente verificar os resultados que as geotecnologias podem trazer em suas diversas áreas de aplicação.
Além das atividades de caráter técnico, os visitantes do GIS BRASIL 2002 tiveram acesso à Feira de Geotecnologias, com 60 estandes de expositores que representam a força tecnológica e econômica do setor. O evento foi patrocinado pelas empresas Gempi/ESRI, Trimbase, Alezi Teodolini, Intersat, Imagem, Infostrata e Pars/Autodesk.
A feira de negócios solidificou parcerias e ainda possibilitou a entrada de empresas na área de GIS. A Siemens lançou durante o evento o SICAD, software de gestão de redes de distribuição. "Participamos do GIS BRASIL 2002 com o objetivo de divulgar nosso produto, e marcar a entrada da Siemens neste mercado. Conseguimos muito mais que isso. Através da feira, conhecemos o mercado e, inclusive, fizemos contatos para negócios futuros. O GIS BRASIL teve resultado positivo para a Siemens pelo grande número de oportunidades de negócios gerados", explicou Fernando Figueiredo, gerente de produto da Siemens.
"É uma enorme satisfação fazer o lançamento mundial da Infostrata no GIS BRASIL 2002. As expectativas do mercado são muito boas, estamos acompanhando um grande processo de democratização do uso de GIS nas empresas", disse Ricardo Castro, diretor presidente da Infostrata.
A Trimbase uma das patrocinadoras, novamente apostou no GIS BRASIL: "O evento tem peso, tradição e agrega valores importantes a todos os participantes. O GIS BRASIL 2002 apresentou-se mais produtivo, uma vez que houve uma maior aproximação entre visitantes e expositores", afirma John Leite Junior - gerente de marketing da empresa.
Marco Fidos Junior, marketing manager da Intersat, salientou sobre a diversidade do público nos dias do evento. "O público mostrou-se muito interessado em conhecer nosso produto recém-lançado: as imagens do satélite de alta resolução do satélite QuickBird. Diversos contatos comerciais também foram realizados, e esperamos, nas próximas semanas, um retorno financeiro positivo deste evento".
A exposição ao público de perfil qualificado faz com que os contatos de negócios frutifiquem não só durante o evento como também nos meses que se seguem. Segundo Sergio Laskowski, do departamento comercial da Engesat, "a empresa colheu bons frutos em contatos e prospeção de negócios. A qualidade do público e o volume de visitas ao estande, aferida pós-evento, muito nos agradou. Os contatos com outras empresas do setor, visando negócios em comum, também foi decisiva para a boa avaliação que recebe o GIS BRASIL por parte da EngeSat Imagens de Satélites."
Segundo Evandra A L Barchik, Suporte Técnico e Vendas da Manfra e Cia Ltda, esta edição superou o evento do ano passado em muitos aspectos. "A Feira de Geotecnologias apresentou a usuários de diferentes áreas (administração, informática, cartografia, construção civil, telecomunicações, etc) novas soluções em softwares e produtos, proporcionando uma ampla visão do campo de atuação dos Sistemas de Informação e dos equipamentos utilizados para elaboração das bases."
Para Fernando Targa, diretor da Gempi, também uma das patrocinadoras do evento, "o GIS BRASIL é uma ocasião extremamente importante para nós por ser o evento mais tradicional de geoprocessamento aqui no Brasil. Aqui temos a oportunidade de encontrar nossos clientes, amigos, parceiros de negócios e apresentar nossas novidades tecnológicas e as soluções desenvolvidas pela própria Gempi usando a tecnologia ESRI."
Uma das grandes novidades desta edição, as rodadas de negócios aconteceram no ambiente da Feira de Geotecnologias, em espaço especialmente montado para reuniões entre usuários e empresas fornecedoras de produtos e soluções. A organização agendou mais de 30 encontros e a avaliação dos participantes foi muito positiva. Para Suely Bárbara Laskowski, diretora técnica do evento, "as rodadas provam que o GIS BRASIL é um ambiente de negócios, e a organização cumpre seu papel na medida que fomenta as reuniões, detectando antecipadamente interesses e aproximando as duas pontas do mercado de geotecnologias."
Os interesses dos usuários variaram desde a simples aquisição de equipamentos GPS ou softwares específicos, passando pela aquisição de bases de dados até a implantação de soluções completas em áreas como meio ambiente, gestão municipal, mineração, florestas, dentre outras.
Para Antonio Machado e Silva, Diretor da Gisplan Tecnologia da Geoinformação, "as rodadas de negócio se configuraram como uma iniciativa bem interessante, que tende a crescer de importância com o passar do tempo".
A Trimbase, empresa patrocinadora do GIS BRASIL 2002, participou de reuniões e, segundo John Leite Junior,gerente de marketing, "a importância das rodadas está no fato dessas pequenas reuniões, em tom informal, proporcionarem troca de informações relevantes e com isso gerarem possíveis parcerias, que podem ser muito produtivas."
Na manhã de 24 de abril, as empresas SightGPS, Manfra, Trimbase e Alezi Teodolini puderam mostrar, em quiosques montados a céu aberto, suas soluções em equipamentos para posicionamento por satélites, estações totais, coletores de dados e outros. Cerca de 60 profissionais puderam ver de perto a performance dos equipamentos, conferir as funcionalidades e principalmente comparar marcas, preços e diferenciais oferecidos pelos fornecedores.
O dia de campo é uma inovação do GIS BRASIL e veio para ficar. A dinâmica da atividade agradou participantes e empresas. É a feira de geotecnologias saindo do estande para o campo, propiciando o contato direto com as soluções disponíveis no mercado. O acesso foi gratuito e o dia de campo uma das atividades mais disputadas.
A empresa Manfra e Cia Ltda demonstrou o funcionamento da Estação Total Leica TCR 705 e do Receptor Geodésico GPS Leica SR530. Na opinião de Evandra Barchik, Suporte Técnico e Vendas da empresa, o GIS Brasil 2002 foi um sucesso. "Acredito que o maior diferencial, além da localização privilegiada, foi o Dia de Campo, no qual onde se pôde mostrar alta tecnologia em levantamentos topográficos e geodésicos."
Para John Leite Junior, gerente de marketing da Trimbase, "o Dia de Campo foi excelente, pois pela primeira vez um evento proporciona, tanto para clientes quanto para usuários, a oportunidade de conhecer e operar equipamentos em situação real. Idéias como essas, dentro de uma feira como o GIS Brasil, só agregam valores importantes a todos."
Tradicionalmente os cursos ofertados pelo GIS BRASIL atraem a atenção pela qualidade dos conteúdos e experiências do corpo de instrutores. Foram 16 cursos que reuniram quase 500 participantes. De caráter eminentemente informativo, os cursos do GIS BRASIL, que em sua 8ª edição soma mais de 5.000 mil profissionais treinados, são considerados essenciais para atualização tecnológica de usuários.
Os cursos foram ministrados nas modernas instalações do Senai, no complexo do CIETEP, ao lado do Centro de Exposições. As salas são confortáveis, climatizadas e têm toda a infra-estrutura necessária para instrução. Os cursos práticos aconteceram em laboratórios especialmente montados, com equipamentos de última geração, que garantiram um ambiente adequado para a prática de cursos baseados em alguns dos softwares mais usados no mercado.
A opinião em relação às instalações foi unânime, tanto por parte dos alunos quanto pelos instrutores. Para Kátia Regina Góes Souza, instrutora do curso Explorando as Ferramentas do Autocad Map, prático e com carga horária de 16 horas, tudo estava bem feito e organizado, e as instalações dos cursos apresentou infra-estrutura excepcional.
Neste ano os cursos foram divididos em três categorias - Fundamentos, Técnicas Complementares e Aplicações -, que trouxeram aos participantes conceitos nas áreas de GIS, GPS, Sensoriamento Remoto, Modelagem de Bancos de Dados, Decisão Espacial, Conversão de Dados, Análise Espacial e Integração de Tecnologias e também o treinamento em software.
Geraldo Cezar Corrêa, coordenador do projeto Geoprocessamento para a Distribuição de Energia da Copel, ministrou dois cursos "Disponibilizando Dados de GIS em Ambiente Web" e "Geotecnologias Aplicadas: Redes de Infra-estrutura". Ele destacou o grande interesse dos participantes nos dois Cursos, e ressalta as vantagens da disponibilização de dados na web: "Utilizar a web para a disponibilização de dados, além de disseminar as informações a um número maior de usuários, de forma mais genérica e em ambiente mais acessível, também é uma solução com baixo custo. O custo é menor devido a tecnologia web requerer menos recursos do computador cliente, reduzir o trabalho de instalação dos aplicativos e facilitar o treinamento, pois os usuários já estão habituados a usar o browser."
Davidson Matsunaga, da Extreme Internet, participou do curso ministrado por Geraldo e comenta: "o conteúdo mostrou um novo horizonte de possibilidades para desenvolvedores de soluções web, ratificando a Internet como a mais poderosa ferramenta para a socialização da informação."
Os cases de sucesso ganharam um novo brilho por meio das oficinas. A dissecação dos projetos sob os pontos de vista de clientes e fornecedores da solução adotada propiciaram o acompanhamento passo a passo das fases de implantação, fazendo com que os participantes pudessem interagir com os apresentadores, enriquecendo o intercâmbio de experiências.
A área de meio ambiente foi brindada com a dissecação de dois cases de sucesso.
O primeiro foi A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS NO PARANÁ, que analisou a implantação do GIS criado para dar suporte a todas as operações, desde a complexa construção das bases de dados, até as customizações necessárias para atender a todas as demandas em termos de ferramentas gerenciais. A oficina, coordenada por Jaqueline Souza da Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, órgão do governo do estado do Paraná, mostrou a visão do cliente, abordando as demandas do sistema hidrológico do Paraná, as necessidades em termos de ferramentas de gerenciamento, o GIS para apoio à Gestão dos Recursos Hídricos nos processos de concessão de outorga de uso da água, monitoramento da qualidade de água, monitoramento e prevenção de cheias, planejamento do uso do solo.
Na visão do fornecedor, apresentações da Base Aerofotogrametria, da Geoambiente e Montgomery Watson Brasil.
O segundo case foi O ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO DO MARANHÃO, que objetivou criar um Sistema de Apoio ao Planejamento e Gerenciamento Ambiental Estratégico, fundamentado em Sensoriamento Remoto, geoprocessamento e Tecnologias de Informação. O sistema foi estruturado para atender demandas de planejamento e desenvolvimento econômico e ambiental. O projeto, que teve investimentos de R$ 1,6 milhão, fez do Maranhão o primeiro estado brasileiro a disponibilizar na web (www.zee.ma.gov.br) um instrumento de planejamento da gestão pública acessível a qualquer investidor, órgão público ou mesmo ao cidadão comum.
Sob a coordenação de Mateus Batistella, Pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite, a oficina acompanhou passo a passo a implantação do projeto, com a exposição de Márcio Vaz dos Santos - Gerente de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Maranhão , na visão do cliente, mostrando as demandas, necessidades do zoneamento, a conjuntura econômico-ecológica, o perfil do estado do Maranhão, o porquê do ZEE e as fontes de recursos.
Profissionais da Embrapa Monitoramento por Satélite, como órgão executor, mostraram a concepção estratégica do projeto, a filosofia de trabalho, a metodologia, metas, parcerias, a geoinformação no ZEE, bases de dados, software, aplicativos, rotinas, produtos, infra-estrutura, servidores, programas, disponibilização de dados, atualização.
Em gestão de cidades, o case eleito foi O GEOPROCESSAMENTO NA PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ - SP. Sob a coordenação de Luciana Cintrão, a oficina abordou a visão do usuário, com a apresentação da diretora de informática de Santo André, Cristiane Vaz Domingues. A dissecação do passo a passo da implantação do projeto, abordou os objetivos, os recursos humanos envolvidos, os processos de licitações, as contratações e a integração dos departamentos, prazos e custos, o processo de implantação, com a descrição do perfil dos técnicos, recursos humanos dentro do funcionalismo público e externos, a metodologia adotada, as fontes de recurso, o estágio atual e os impactos na gestão comparados aos objetivos traçados.
A área de Utilities foi brindada com a Oficina de redes de infra-estrutura. O Case O SISTEMA DE GESTÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA LIGHT - SGD foi o escolhido para a dissecação. Com apresentação impecável, a equipe da Light, sob a coordenação de Mauro dos Santos Jacintho Andrade, Engenheiro Eletricista e Gerente do Projeto SGD, apresentou a visão do cliente, com a descrição da rede, a necessidade de instrumentos eficazes de gestão, a base de dados, os diferentes níveis de demanda por informação, a visão de integração entre sistemas corporativos, o endomarketing necessário o processo de mudança de paradigmas e os recursos envolvidos.
Na visão dos fornecedores, apresentações das empresas Soluziona Utilities e Sainco.
Para o tema GEO NA WEB, a oficina, apresentada por Luis Augusto Paolini, gerente de Suporte Técnico da Gempi SP, trouxe dois cases:
INSTRUMENTOS PARA TOMADA DE DECISÃO NO BANCO DO NORDESTE, com o objetivo de disseminar informações de indicadores para facilitar a tomada de decisão baseada na representação espacial dos dados através de mapas, e
UMA FERRAMENTA PARA PLANEJAMENTO DA REDE ESCOLAR NO IPLANCE, mostrando o sistema que permite que o cidadão consulte, via Internet, a disponibilidade de escolas em áreas próximas à sua residência, e solicite vagas on line para a escola de interesse.
Ambos utilizam o software ArcIMS da ESRI, e tiveram o passo a passo demonstrado com as seguintes fases: Etapas do Projeto, Análise de Requerimentos, Especificações Técnicas do Sistema, Desenvolvimento, Validação, Teste, Implantação, Demonstração do sistema.
| Mostra do Talento Científico |
A Mostra do Talento Científico, única iniciativa nacional nesta área, possibilitou aos acadêmicos uma oportunidade de mostrarem seus trabalhos e receberem reconhecimento do mercado. Concorreram a prêmios estudantes de todo o país que passaram por bancas eliminatórias.
A Universidade do Rio Grande do Norte teve dois de seus alunos premiados na categoria Graduação. Victor Moisés de Araújo ficou com o primeiro lugar com o projeto "Determinação de Parâmetros em uma Bacia Urbana utilizando Técnicas de Geoprocessamento". Victor recebeu o prêmio de R$ 2.000.
O segundo lugar ficou com Valério Augusto Soares de Medeiros, que defendeu "Instrumentos para a Avaliação do Patrimônio Arquitetônico no Centro Histórico de Natal. Valério recebeu o prêmio de R$ 1.000.
Na categoria pós-graduação, Regiane Dalazoana, da Universidade Federal do Paraná, com o trabalho "Implicações na Cartografia com a Evolução do Sistema Geodésico Brasileiro e Futura Adoção do SIRGAS", ficou com o primeiro lugar. Regiane recebeu o prêmio de R$ 3.000.
Regiane diz ter percebido um grande interesse por seu estudo, de pessoas que trabalham em geoprocessamento, mas sem formação em cartografia, como arquitetos, analistas de sistemas e desenvolvedores de softwares. "As pessoas têm muitas dúvidas com respeito aos sistemas de referência, mudanças ocorridas, implicações, etc. Um dos objetivos do meu trabalho é alertar a comunidade usuária quanto ao uso de sistemas de referência inadequados, uma vez que grande parte da comunidade usuária de produtos georreferenciados desconhece muitas das características e restrições dos sistemas de referência que coexistem no país. Com o uso cada vez maior dos GIS e de sistemas auxiliados por computador, a diferença entre os sistemas de referência existentes ficou mais evidenciada."
Natasha Biagi Pagnano, da Faculdade de Engenharia Agrícola - UNICAMP, ficou com o segundo lugar, com "Sistema de Medição Contínuo da Produtividade da Cultura de Cana de Açúcar para Aplicação em Agricultura de Precisão". Natasha recebeu o prêmio de R$ 1.000.
Além dos prêmios em dinheiro, os vencedores receberam diversos produtos ofertados pelas empresas expositoras, como software e equipamentos GPS.
A MOSTRA DO TALENTO CIENTÍFICO teve a chancela da Universidade Federal do Paraná, através de um convênio de cooperação técnica com o Departamento de Geomática, o qual se responsabilizou pelo processo de recebimento e avaliação dos trabalhos, contando com o auxílio da Comissão Técnica, formada por renomados profissionais da área.
Para a Professora Luciene S.Delazari, coordenadora técnica da Mostra, "o convênio entre GIS BRASIL e UFPR foi de grande importância para o sucesso do evento pois conferiu ainda mais credibilidade nas questões relacionadas às avaliações."
A Fundação Araucária, vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná patrocinou a 2ª Mostra do Talento Científico. A entrega do PRÊMIO GIS BRASIL DE INCENTIVO: DA PESQUISA PARA A PRÁTICA foi feita pelo Sr. Renato Folador Junior, Coordenador Executivo do Centro Internacional de Tecnologia de Software - CITS.
Alexandre Benevento, do Instituto Militar de Engenharia, membro da Comissão Técnica, chamou a atenção para o excelente nível dos trabalhos apresentados e acredita que isso seja reflexo do reconhecimento que a Mostra do Talento Científico vem adquirindo na comunidade acadêmica. Benevento sugere que a Mostra continue nos próximos anos, até porque ela representa o setor acadêmico com muita propriedade.
Maria de Lourdes Bueno Trindade Galo, da FCT/Unesp, membro da Comissão Técnica da Mostra, diz que "não há como negar sua importância no âmbito do GIS BRASIL, exatamente por se constituir em um espaço para a inserção da comunidade científica em um evento pouco acadêmico. Além disso, a Mostra não se trata apenas de uma oportunidade para a divulgação de trabalhos acadêmicos, mas a premiação oferecida é um estímulo para a participação principalmente de alunos."
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